O jogo de Xadrez é o retrato de uma época. Ninguém
sabe com certeza quem foi que inventou esse jogo espetacular, apreciado nos
quatro cantos do mundo. No entanto tudo nos leva a acreditar que o seu criador
tenha sido algum general aposentado, familiarizado com estratégias militares e
Amigo do REI.
A escolha dos personagens, as funções que exercem no
jogo, o nome das peças, o pulo do cavalo, o andamento dos peões, o movimento
das torres, a grande avenida que separa os contendores, o andamento do jogo, os
movimentos da Rainha e do REI. E o campo onde a batalha se desenvolve. E muito
mais.
Tudo isso só pode ter saído da cabeça de alguém com ligações
muito próximas do PALÁCIO REAL. É um jogo maravilhoso para desenvolver a
memória e a concentração. Simples e complexo como as guerras daquele tempo. Entendo
até que deveria ser introduzido no currículo escolar como matéria obrigatória.
Quem sabe jogar xadrez tem em mãos todas as
ferramentas para vencer os problemas da vida. Eu sou apenas um “principiante”.
Mas o pouco que conheço me deixa claro que o xadrez é como chupeta de criança.
DIFÍCIL DE ESQUECER.
*****
AS QUATRO DAMAS DO BARALHO
Há pouco nós falamos sobre o jogo de Xadrez. Agora
vamos dar nossa opinião sobre as armas do jogo de baralho. Já naqueles tempos
existia de modo bem claro o problema do racismo. Era visível, porém ainda não
era crime. Dar emprego para mulheres bonitas era a arma mais utilizada no mundo
inteiro. Com a chegada dos DIREITOS HUMANOS, resguardados pelos homens com
muito carinho, as mulheres foram à rua e deram o grito de independência.
As damas do baralho ainda são resquícios das coisas
daquele tempo. Elas certamente faziam parte daquele grupo privilegiado que
trabalhava no PALÁCIO REAL. Cada uma exercia uma função diferente. Ficava bem
claro, no entanto, que as funções que ocupavam tinham algo a ver com a cor da
pele. Vamos começar pelos trabalhos na cozinha:
− A Dama de PAUS: era a encarregada do fogão. Aquele
antigo fogão de lenha... As mãos sujas de carvão. E tarefas compatíveis com as
funções de cozinheira.
− A Dama de ESPADA: Essa também era encarregada do
trabalho pesado. Desempenhava as funções de guardiã da cozinha, e gerente
camuflada da limpeza. Além de ouvidos atentos para atender a campainha, dar
guarda pra RAINHA, e outros membros da nobreza.
− A Dama de OUROS: Era a encarregada do tesouro,
escondido “lá na casa da moeda”, numa área “submersa” do Palácio.
− A DAMA de COPAS: Essa era uma substituta eventual da
Rainha. Uma espécie de RH de grandes empresas. Cuidava de tudo. Tinha poderes
especiais para entrar e sair quando bem entendesse.
Prestava contas ao REI semanalmente. A não ser que se
tratasse de alguma emergência.
Esse era o estilo utilizado no mundo inteiro. HOJE as
coisas estão mudadas. Cada pessoa exerce suas funções em razão da sua
competência. Somos todos iguais.
GSS/24/06/20.